terça-feira, 29 de setembro de 2020

MUITO PRAZER, SOU CANDIDATO A VEREADOR!

 AS PERGUNTAS QUE ME FAÇO:

PORQUE SOU CANDIDATO?

PORQUE EU MERECERIA SEU VOTO?

ESTOU PREPARADO PARA ASSUMIR O CARGO?

QUAL É O MEU PROJETO DE MANDATO?

TAIS PERGUNTAS VOU RESPONDER A CADA ELEITOR, OLHANDO “OLHO NO OLHO”, POIS ATRÁS DO DISCURSO ESTÁ UM CIDADÃO COMO VOCÊ, QUE SE PREOCUPA VERDADEIRAMENTE COM O BEM ESTAR DE TODOS

SÃO MUITOS CANDIDATOS, EU SOU MAIS UM, E ALGO ME DIZ QUE SOU DIFERENTE, NÃO VIM A PASSEIO, SOU EU E MEU DISCURSO, SEM QUALQUER OUTRO RECURSO, CONTRA TODAS AS FORMAS DE CAPTAÇÃO DE VOTOS, E QUE CADA VOTO CONQUISTADO SEJA DAQUELES QUE ENTENDEREM E ACREDITAREM EM UM FUTURO MELHOR.

Aprendi, por meio do estudo do Direito e demais ciências sociais, a julgar as condutas humanas, agora me submeto ao julgamento popular, nada temo, pois me conheço melhor que ninguém, e afirmo que eu mesmo, após criteriosa análise, votaria em mim, pois tenho a melhor das intenções: fazer o bem e melhorar a vida de todos.

Assim inicío minha luta, para conquistar corações e mentes, muito prazer, sou candidato a vereador!!!

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

 De minhas leituras!

Acordo cedo, madrugada, para ler, no silencio do alvorecer. Embora tempo escasso, trabalho, aulas e agora campanha, não me furto ao sagrado hábito da LEITURA. Se o que me acontece é obra do acaso ou faz parte de um plano maior, não sei, prefiro crer que “há mais coisas entre o céu e a terra do que pressupõe nossa vã filosofia”

Dito isto passo ao relato: há no Zaffari uma estante de livros para troca, lá encontrei “O ADVOGADO” de Jonh Grishan. Nesta sereníssima madrugada pus-me a ler a obra, com certa volúpia, e a cada frase era tomado de encantamento, o êxtase porém veio á pág. 160, no seguinte trecho:

- De uma boa razão. Por favor.

“- Ser advogado é mais do que faturar horas e ganhar dinheiro. Porque devemos nos prostituir para grandes empresas? Estou cansado disso, Barry. Quero fazer a diferença.

- fala como um estudante do primeiro ano falando.

- Exatamente. Entramos neste negócio porque achávamos que o Direito era uma vocação elevada. Poderíamos lutar contra a injustiça e os males sociais, fazer todo tipo de coisas grandiosas porque seríamos advogados. Éramos idealistas na época. Porque não podemos ser outra vez? 

O livro fala de um advogado bem sucedido que decide abandonar o emprego em uma grande empresa após ter sido refém de um sem teto, e passa advogar em causa destes. Antes de tudo, meu projeto pessoal é advogar, e a história do livro me serve de inspiração para advogar em favor de meus pares, as pessoas das classes menos favorecidas.

MINHA CAMINHADA!

 


Jocemar Da Rosa Dos Reis, tem 44 anos, é casado há 23 anos com Marisa Da Chaga e pai de três filhos, Leonardo, Gabriele e Arthur. Mora no Bairro Getúlio Vargas. Formou-se no ensino médio como Técnico em Mecânica Pela Escola 25 de Julho em 1993. Estudante de Direito na Unijui 8º semestre, é comerciário e trabalhou por muitos anos como garçom em festas e eventos sociais em Ijuí e região. É Filho de João Darci e Lorena dos Reis, e tem dois irmãos. Nos anos 90 enquanto estudante de segundo grau no 25 de julho integrou o movimento estudantil, foi secretário e tesoureiro da Extinta União secundarista de estudantes- USE-IJUÍ, e ingressou na militância politica aos 16 anos. Em 2004 iniciou estudos superiores no Curso de Letras-Unijui, que abandonou por falta de condições para pagar, retornando mais de uma década depois como Bolsista do PROUNI no curso de Direito. Foi patrão do CTG Velho Vargas no período de reconstrução do galpão Crioulo da entidade, após o vendaval em 2009. Trabalha com decoração de festas e eventos, e presta serviços como garçom, onde junto á sua esposa possuíra loja estabelecida na avenida 21 de abril por durante 6 anos, vindo a fechar as portas provisoriamente em razão da pandemia. Pretende disputar uma cadeira no legislativo municipal ciente do desafio e sentindo-se habilitado a desempenhar a função a partir dos conhecimentos adquiridos pelos estudos do Direito enquanto eterno aprendiz e leitor compulsivo, e pela atenta observação da vida municipal, vivenciando as mais duras e injustas realidades dentro de nossos bairros. Pretende lutar pela melhoria na infraestrutura das comunidades de bairro e pela ampliação e qualificação dos espaços de lazer em nossa cidade, visando melhorar a qualidade de vida dos munícipes. É conhecido pelos amigos como Joce, o “Bolota”, apelido de infância

terça-feira, 2 de julho de 2019

INFÂNCIA


De repente dei por mim vivo, respirando, vendo tudo com estranheza, tinha um pai, uma mãe, um irmão e uns dois ou três cachorros vira-lata- esses seres eram minha fámilia-, vestia roupas rotas, e comia feijão com arroz, sentia calor e frio, e pensava, não muito organizadamente, pois eu não sabia nada de nada, mas dia a dia ia aprendendo e me ambientando nesse mundo estranho, não lembrava de onde viera, o que estaria fazendo aqui….
Então certo dia minha mãe me deu um banho após o meio-dia e me pôs roupas limpas, penteou o meu cabelo, me deu uma pasta com um caderno, lápis e borracha e mandou que eu fosse a escola, eu tinha seis anos, e fomos a pé, eu e meu irmão que já estava um ano antes naquela escola, atravessávamos um mato e então num prédio verde, em uma das salas a professora fez a chamada e soube que meu nome era Jocemar, em casa e na rua me chamavam de bolota, e eu não sabia porque, e nem perguntava porque mal falava, sorte que tinha um irmão mais velho, o pai saia cedo e voltava tarde numa bicicleta monark barra circular vermelha, a mãe ficava com a gente e qualquer coisa ralhava: menino não faz isso, vai se machucar tareco! Mas naquele sala a professora riscava de giz em um quadro negro, e dizia prestem atenção, essa é a letra a de ave, b de bola, c de casa, d de dado, e eu ia aprendendo e em pouco tempo já sabia ler e escrever, mas as vezes no meio da tarde me dava um negócio ruim e eu começa a chorar e a professora mandava algúem mais velho me levar pra casa e no meio do caminho eu já estava bem e ia pra casa brincar com meu pato Donald. Acho que não tinha tevê lá em casa porque não me lembro dela. A minha lembrança mais antiga foi de um triciclo que ganhei no natal de 1980, o pai comprou um para mim e um para o meu irmão com o dinheiro do décimo que recebeu lá dá firma, e fomos numa loja já era tarde ou noite e a gente veio pedalando feliz da vida porque ganhamos brinquedo novo. Coisas de piá.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Um drama pessoal

     A situação segue dramática. E todos os dias quando acordo não tenho mais o tempo que passou. E sigo vegetando. Enquanto surgem novas demandas, a situação financeira piora, eu sigo procrastinando. Já estou de saco cheio dessa palavra. E todos os dias eu penso nisso, que tá na hora da mudança, de novas atitudes, há tanta coisa para se fazer e eu não posso ficar aqui parado. Enquanto beberico um chá de maçã, confortavelmente sentado em uma cadeira estofada frente ao computador escrevo, e penso, escrevo o que penso, e penso naquilo que escrevo. E eu sei tudo o que tenho que fazer, e eu sei que vou sofre enquanto continuar prostrado, a contemplar desolado a vida passar. "puta que pariu" e "mato sem cachorro" são expressões recorrentes, e não adianta esbravejar, contra isso e aquilo, contra tudos e todos e seja lá que diabos que te carregue, que ninguém há de  se atribuir a culpa. neste processo não existem culpados, afinal, a culpa é de quem? E o que eu vou fazer disso tudo? Será que algum dia as coisas vão mudar, já é tarde para isso....

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Um belo filme!

     Que o dia se alterna em momentos bons e ruins é fato. Para mim começa sempre do mesmo jeito, a mente desperta fervilhando idéias, mas o dia passa modorrento. Começo a me chatear, tento fazer minhas leituras mas a coisa não engrena. Às tres da tarde é a hora mais "anódina" do dia, melhor dar um cochilo. Diante da sensação de estar perdendo tempo, vem o sentimento de frustração, num dialogo qualquer com M. (a conjuge) sou bombeardo pelas mesmas críticas de sempre, e já não sei como me defender, admito, ela tem razão. Ouvir música ajuda a aliviar, mas não tem com segurar esse inferno astral. Mas ontem, excepcionalmente ontem, algo quebrou a rotina, após a aula, voltei um pouco melhor, tinha sido uma boa aula de direito empresarial, sociedade limitada, artigo tal do código civil e blá blá blá..., mas ouvindo música com fone de ouvido, lavei a louça, para resgatar um pouco da dignidade, na tentativa de voltando-me a sala onde M. estava sentada ao sofá com o pequeno a dormir em seu colo. Ela principiava a assistir um filme. Recostei-me a seu lado, indaguei que filme se tratava e pesquisei rapidamente sobre ele: "Durante a tormenta", uma produção espanhola, espetacular. Duas aprazíveis horas, atenção total na tela, que valeram á pena. Disponível na Netflix, recomendo. sonhei com o filme, acordei com ele na cabeça, muitas, muitíssimas reflexões, essa coisa de alterar o destino, "efeito borboleta", "em algum lugar do passado", Peggy Sue - seu passado a espera"... isso me fascina, e viver fascinado é algo que quebra as agruras da vida.
     O Filme é uma história de amor, mas com uma complexidade incrívelmente bem articulada, dai o mérito de seus realizadores, entrelaça varios aspectos: o amor de mãe - que quer a filha de volta - , a magia de uma ficção que nos permita alterar o próprio destino, o crime e a impunidade, a traição conjugal, o acontecimento histórico da queda do muro de Berlim em 1989 como pano de fundo... Enfim a trama é toda ela interessante demais. Sem palavras, só elogios.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Devaneios da madrugada

Eram 5 horas da madrugada, despertei, como sempre, a mente fervilhando de idéias. Preciso fazer alguma coisa para ganhar dinheiro. Procurar emprego ou empreender? Emprego onde, com esse currículo e essa idade, difícil, não impossível, mas com o DDA, quase isso, puta que pariu, assim é tudo mais difícil. Empreender o quê? Com que dinheiro? E com essa vontade, puta que pariu!!! De novo esses velhos dilemas, e tome escutar ossos da frau, com razão ou não isso dói, vai brincando... vai dar jeito na vida, quando é que vais assumir seu papel de homem? Repito, puta que pariu!!!
E penso, tem que trocar de carro, e fazer uma cobertura, isso está na pauta do dia, acho que está mesmo na hora de dar um jeito na vida, basta querer sem desculpas, tudo está ao seu alcance, foco, fé, motivação, vou na biblioteca e pegar um livro, “o poder do subconsciente”, “os sete hábitos das pessoas altamente eficazes”, etc... . Que emprego nada, nunca deu certo, as vezes deu, o destino tem lá seus meandros, mas empreender me fascina, e este fascínio dali meia hora se perde. Voltamos a dormir, que essa madrugada está um pouco fria...