Blog pessoal voltado para a análise da realidade cotidiana. Opiniões, crônicas e comentários acerca da vida e do mundo. Filmes, livros, política, comportamentos, são meu temas preferidos.
segunda-feira, 22 de abril de 2019
Os atores do judiciário no Brasil
Para Moraes, o mais novo ministro da Corte, embora currículo alicerçado por publicações na área do Direito, revogar a própria decisão em poucos dias atesta o extremo despreparo de alguém com notório saber juridico e reputação ilibada, cuja decisão primeira deveria ser sopesada ao extremo, feita com coerência, respeitando princípios constantes no ordenamento juridico pátrio. Revogar-se a sí mesmo, é salutar, sim, mas mais salutar é tomar decisões premptórias, pois face a repercussão negativa da sociedade, e inúmeros pareceres de juristas condenando a exdrúxula atitude, revoga-se. Cadê a coerência, o equilibrio e a sensatez de um MINISTRO, para que tome decisões corretas? Afinal, para que serve a sabatina? É muito triste, decepcionante, para quem preza pela JUSTIÇA, pela LEI, pela ORDEM, ver o que se transformou a mais alta corte jurisdicional do País. Dá vontade de largar tudo, e, resignado, evitar o conhecimento -e as notícias- para não enlouquecer. E o douto Ex-Magistrado, agora Ministro, cargo que granjeou como recompensa pela condenação factóide que eliminou o adversário político de seu presidente eleito, ver isso como salutar??? É de chorar, mas não percamos nunca a esperança...
Fosse eu perguntado sobre tal fato diria: "É lamentável o que se sucede no âmbito do STF, a revogação é mera consequência do ato discricionário e imbecil, e atesta o quão despreparado está o Ministro para exercer o nobre cargo, e a sociedade vê isso e perde-se o respeito, não sendo digno nosso Estado Democrático de Direito de tal anomalia."( mas não é tão simples assim, a muito mais coisas entre o céu e a terra...)
P.S. Em tempo, por decreto presidencial recente,O único pronome de tratamento utilizado na comunicação com agentes públicos federais é “Senhor”, independentemente do nível hierárquico, da natureza do cargo ou da função ou da ocasião”
sábado, 20 de abril de 2019
Um papel manchado de vinho
segunda-feira, 15 de abril de 2019
Reflexões de Quinto Semestre
sábado, 13 de outubro de 2018
Encarceramento em massa ou Impunidade?
Mas analisando bem, não poderia aspirar grande coisa, e sinto pelos demais, estamos no mesmo barco, pertencemos a mesma universidade cujo conceito do curso de Direito é 5. Digo isto, porque, feitas as considerações iniciais pela promotora Marlise, e observações importantes, inclusive de que se deveria atentar aos requisitos formais de uma redação, introdução, desenvolvimento, conclusão, ortografia, clareza, coesão, concordância, concisão, etc..., então pus-me a jorrar ideias sobre o papel, tentando ser politicamente correto, e ao final, lancei um punhado de informações genéricas, e não ficou claro o meu posicionamento, bem verdade é que fiquei confuso, e afinal, embora leitor atento do mundo e da realidade que nos cerca, e já ter feito incursões acadêmicas pelo sistema penal, a resposta a essa intrigante questão, não pode ser leviana, e sim bem fundamentada.
Assim sendo resolvi me aprofundar no assunto, estou fazendo varias pesquisas, lendo vários textos, e com idéias conflitantes, e ao fim, pretendo, agora sim escrever um belo texto, digno de aprovação. Quem sabe nas próximas seleções a que devo me submeter, já que decidi buscar estágio para reforçar meu aprendizado na faculdade, aliando a teoria a pratica
Quando estiver finalizado o texto, postarei aqui, será um marco na história do Direito Penal Brasileiro. E o mundo nunca mais será o mesmo. Aguardem...
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
A RETOMADA
Recomecei ontem a reler o "Crime e Castigo", de Dostoiévski, um livro que persigo há um bom tempo, mas nunca li mais do que cem páginas, é que sou assim, logo me interesso por outro livro e o abandono o atual para retomar depois sabe-se quando, e abandono novamente e por fim leio tudo e ao mesmo tempo nada, mas agora me sinto estimulado para ir até o fim desde que o livro foi citado em aula pelo professor de Direito Penal no semestre passado.
Mas enfim, hoje um dia extremamente chuvoso aqui na minha cidade, e amanhã é um dia singular na história desse pais, por conta do julgamento em segunda instancia do Ex-presidente Lula, é o assunto do momento. Apesar de não me manifestar nas redes sociais, torço pela absolvição do Sr. Lula, não tanto pelo que ele representa politicamente para as esquerdas, mas como bom estudante de Direito, para que se respeite as Leis desse país e se faça um julgamento justo e imparcial, somando-me a imensa gama de juristas que analisaram a sentença de Moro e viram o quanto ela é falaciosa, e portanto, deve ser reformada. É o meu voto, se fosse desembargador. Prefiro crer que há realmente um viés politico na condenação, e temos que primar pela correta aplicação da justiça, não há outro caminho, ou então se avacalhará cada vez mais esse país.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Terça-feira, primeiro dia do penúltimo mês do ano.
Escrever é algo que gosto de fazer, e acredito que levo jeito para a coisa, algo que notei desde os tempos de colegial, Sempre li de tudo um pouco, desde a leitura de livros infantis e os gibizinhos que me chegavam as mãos, naqueles idos tempos em que não havia internet, e se já existiam computadores, eu não fazia a minima idéia disso. Eram o tempo dos mimeógrafos. A minha primeira percepção clara de que tinha afinidade com o português foi quando ganhei um concurso de redação na escola, na semana da patria, fiz um bom texto e ganhei como premio um lindo livro, que me recordo do Título, que era o "O coelhinho caçador".