terça-feira, 21 de março de 2023

COMO SER UM BOM LEITOR

 Ser um bom leitor envolve mais do que simplesmente ler livros. Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a se tornar um bom leitor:

  1. Encontre seu gênero: Encontre um gênero de livro que você goste e se sinta confortável lendo. Isso tornará a leitura uma atividade mais agradável e aumentará a probabilidade de você ler com frequência.

  2. Leia com atenção: Quando estiver lendo, preste atenção nos detalhes e na trama da história. Isso ajudará a desenvolver a compreensão e a interpretação do texto.

  3. Faça anotações: Faça anotações enquanto lê, destacando passagens importantes e ideias interessantes. Isso ajudará a relembrar os detalhes e a ter uma compreensão mais profunda da história.

  4. Leia diferentes tipos de livros: Leia diferentes tipos de livros, desde clássicos até livros de não-ficção e poesia. Isso ajudará a expandir sua compreensão do mundo e aumentar sua capacidade de interpretação.

  5. Converse sobre o que leu: Discutir o que você leu com outras pessoas pode ajudar a desenvolver uma compreensão mais profunda do livro. Além disso, isso pode levá-lo a descobrir novos pontos de vista e ideias interessantes.

  6. Leia com frequência: Ler com frequência é fundamental para se tornar um bom leitor. Tente reservar um tempo todos os dias ou pelo menos algumas vezes por semana para ler.

Lembre-se de que a leitura é uma habilidade que pode ser desenvolvida ao longo do tempo. Com prática e paciência, você pode se tornar um excelente leitor e aproveitar ao máximo a experiência de leitura.

ESCREVER UM LIVRO

  Escrever um livro pode ser uma jornada desafiadora e emocionante. Aqui estão algumas etapas que você pode seguir para começar:

  1. Escolha um tema: Qual é o assunto do seu livro? É uma história de ficção, um livro de não-ficção sobre um tópico específico, ou algo completamente diferente?

  2. Faça uma pesquisa: Se você estiver escrevendo um livro de não-ficção, é importante fazer uma pesquisa sobre o tópico. Se você estiver escrevendo uma história de ficção, pode ser útil fazer uma pesquisa sobre o período de tempo ou localização em que a história se passa.

  3. Crie um esboço: Antes de começar a escrever, crie um esboço do livro. Isso ajudará a garantir que sua história ou argumento tenha uma estrutura clara e coerente.

  4. Comece a escrever: Agora é hora de começar a escrever! Não se preocupe muito com a qualidade do seu trabalho neste estágio - o objetivo é simplesmente colocar suas ideias no papel.

  5. Revisão e edição: Depois de concluir a primeira versão do seu livro, é importante revisá-lo e editá-lo para garantir que a história ou argumento esteja claro e coerente. É uma boa ideia pedir a outras pessoas para lerem o seu livro e fornecer feedback para ajudá-lo a melhorar o trabalho.

Lembre-se de que escrever um livro é um processo longo e desafiador, mas também pode ser uma experiência gratificante e transformadora. Boa sorte com sua jornada de escrita!

sexta-feira, 28 de maio de 2021

 Lembrei que tenho este blog, e vendo a data da ultima postagem, lá se vão alguns meses. Se eu tivesse, ou soubesse, aproveitar melhor o tempo certamente que haveria de publicar mais. Mais em meio a tantas atividades  opções que a internet nos propicia, postar é secundário, pelo menos para mim. Dentre a leitura de meia dúzia de livros por dia (no momento estou lendo: O império do direito de Dworkin, Somos todos Mortais de Simone Beauvoir, Como se faz um processo de Carnelutti, Matem o cantor e chamem o garçom de fausto Wolff, O túnel Ernesto Sábato e Israel em Abril de Érico Veríssimo), mais um apanhado de doutrinas sobre Precedentes (meu TCC), um filme por semana (antes era um por dia, assino Netflix e Amazon Prime e não consigo desfrutar, a serie Dark ainda não vi todos os episódios), e ainda tem os canais de noticias.. Aí tem trabalhos, provas, conteúdo, e as vezes até o trabalho nos subtrai o tempo. Vez em quando tem que dar uma atenção á família e um dia é só 24 horas, ah e ainda tem que pedalar para manter a saúde. Postar é secundário, embora não menos necessário.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Qual é o meu dom?

 

Está chegando o fim de mais um ano, e o que vejo as pessoas falarem é: nossa, como passou rápido. Já procurei em outros textos esclarecer como, com o passar dos anos temos a impressão que cada ano passa mais rápido, e sem notar, envelhecemos. Veja eu, até os 15 parecia uma eternidade e de lá pra cá, trinta anos se passaram e aqui estou, com meus 45, e tal qual a música do Fábio Junior, "pareço um menino..." Mas é uma realidade que me deixa apreensivo, pois agora lembro que ouvi, há uns três ou quatro anos atrás de um senhor, isto foi lá em santo Ângelo: "estou com 63 anos e ainda não fiz nada na minha vida". Puta que pariu, será quer isso vai acontecer comigo também? Mas é uma questão de ponto de vista, eu já fiz um monte de coisas, que somente para mim tem significado, claro que já perdi um bocado de tempo, e o tempo que me resta de vida, talvez mais uns 45, não dá pra ler nem metade dos livros que tenho na minha lista de desejos, não dá para assistir todos os clássicos do cinema, e contar que ainda serão lançados muitos filmes ainda, mas paciência, viver não é uma obrigação, de fazer isso aquilo, viver implica tão somente em viver, e para sobreviver há um preço a pagar, que qualquer trabalho mal remunerado já da conta, agora viver no luxo e na riqueza é possível, dai já tem que se esforçar mais, ou ter sorte, nascer em família abastada, ganhar na loteria, ter um dom para as artes, música ou esportes. Mas e quanto a mim, qual é o meu dom?

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Visita ao amigo desiludido com a politica

 Das visitas que fiz esse foi o eleitor mais cético. Já foi logo avisando que eu não perdesse tempo com ele, pois estava em tal grau de insatisfação com a política que preferia pagar multa a sair de casa para votar. Me olhando de soslaio, sisudo, acendeu um cigarro em minha frente, tive que fumar passivamente, eu que odeio cigarro. Convenci-o, com argumentos sólidos, a  votar em alguém, abster-se é bobagem, é validar o sistema, e só pelo voto em um candidato novo, somado aos votos de todos que querem mudanças, é que as coisas vão mudar. Tudo bem, você não é o primeiro que vem me visitar, já recebi outros que se dizem meus amigos, um que é parente de longe da mulher, e um com que tenho relações comerciais, você é só mais um, porque eu deveria votar em você? Ótimo, você tem mais opções, é só comparar os perfis e ver qual é o melhor, quem tem condições de bem te representar. Se você conhece bem seu candidato melhor, as vezes conhecendo é que não deve votar, mas no meu caso fomos colegas de aula, eu sei, tive meus defeitos, não era ético quando te dava cola na prova, pra te ajudar nas notas, e na educação física, as vezes chegava duro no futebol, não queria perder a bola nunca, também naqueles bailinhos eu bebia demais e você me xingava que eu me tornava chato, coisas da pós adolescência. No quartel quando servimos, você é testemunha do quanto me esforcei para ser um bom soldado, no início era meio desleixado e depois de tomar umas mijadas do aspirante Assis me alinhei, caprichei na ordem unida e apresentação pessoal, fiz aquele curso pra cabo e fui o primeiro da turma, está lá nos anais da corporação, me deram divisas de cabo EV e na primeira baixa o diploma de honra ao mérito. Falei de propostas, você ouviu sem pestanejar, concordar nem discordar, apenas uma tragada atrás de outra, e acendeu um cigarro na bituca do outro, que coisa insuportável! Por fim resolveu se abrir, pois é Bruce (meu apelido no 25 porque era praticante de artes Marciais e fã do Bruce Lee), tudo que você falou é verdade, lembrou de coisas que eu não lembrava, e eu sei o quanto você sempre foi esforçado em tudo que fez, sempre foi prestativo, a cola na prova não é problema ético seu, era eu quem insistia e você se arriscava pois não recusava nunca ajudar os colegas, prova de teu grande coração, no futebol dentro de campo as regras são diferentes, ninguém dava moleza, (risos) e no quartel, de bisonho passou a ser exemplo, e depois pouco nos vemos. Não esperava outra coisa de você a não ser entrar na política, tu sempre tava enfiado nas diretorias do grêmio estudantil, era líder de turma, vi pelas notícias que você foi patrão de CTG, até achei estranho você de bombacha, e agora ainda está estudando, coisa que da nossa geração quase ninguém quer mais, e o teu irmão que era goleiro como está, nada a ver contigo né? Pois então meu amigo, com tudo isso confesso que provavelmente vou votar em você, obrigado pela visita!

domingo, 25 de outubro de 2020

BREVE RETROSPECTIVA

 

Dias atrás fiz 45 anos,  e comemorei ao estilo solitário, ouvindo música, tomando um chopp Ijuhy, meditando e escrevendo. Quatro décadas e meia e ainda me sinto um guri, sinto que ainda tenho muita vida pela frente. Revi mentalmente toda a minha existência, essa memória absurda que me faz recordar ano a ano toda a minha existência, desde criança no aconchego do humilde lar de meus amados pais em companhia de irmãos. Recordo dos primeiros colegas de aula aos seis anos em 1981 lá na Escola Estado do Amazonas, da primeira até a quarta série, da quinta serie em 1985 até a oitava (1989) lá no Emil Glitz, tem uma centena de colegas e amigos, que poderia citar nominalmente todos (mas não me arrisco) E depois no 25 de julho (1990), no ensino médio lembro um por um de cada colega, professores, direção e demais funcionários daquela escola, até os atendentes da cantina. Aqueles que conheci, nos times de futebol, nos grupos de jovens, na eleição em 1992, no movimento estudantil em 1993 e no serviço militar em 1994. Veio 1995 e um fato ocorrido em 21 de janeiro mudou definitivamente a minha vida. Trabalhei na Imasa, fui para a Cotrijui na condição de empreiteiro. Passei pelo Supermercado Kuchak em 1997 e 1998, Na Lancheria Ponto do Lanche do Zico em 1999, na tirolesa no inicio do ano 2000 e depois no IBGE Censo 2000. Em 2001 Me fui a Novo Hamburgo, passando por São Leopoldo, voltei a Ijuí e em 20 de março de 2002 assinei carteira NA COTRIJUI como auxiliar de armazém, passada a safra fui par o supermercado como empacotador e logo depois repositor. Saí em 2004 quando comecei a trabalhar como garçon nos eventos da Sogi, para O Bedidas & cia. Em 2005 foi a primeira expo na Casa holandesa, e também na Fenatrigo em Cruz Alta, Concomitantemente trabalhei na Seriema e no Metamorfose Bar. Em 2006 minha primeira temporada na Fonte Ijuí, depois em 2007. 2008 passei pelo Versatto Restaurante, e para minha glória desportiva fui campeão do campeonato de pais do CSCJ. Em 2009 na Mks Net e ao fim de ano assumi como Patrão de CTG. 2010 breve passagem pelo Strike Boliche,  e no fim de ano fui vendedor na Multissom, garçon no Restaurante Kuchak e estudante universitário como acadêmico de ciências da computação em 2011, e depois terceirizado na BR&F em 2012, depois estoquista e vendedor na Loja Certel em 2013/2014. De 2014 a 2020  fui  microempreendedor (em 2015 mais uma experiencia como vendedor na Deltassul), voltei a faculdade como estudante de direito em 2017 Com a pandemia fechamos as portas e voltei para o Kuchak onde sai no dia 06 para me dedicar as atividades de campanha, enquanto candidato a vereador. E de agora em diante? Dizem que o futuro só a Deus pertence...

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Mais da pratica politica-eleitoral

É pelo voto que os cidadãos podem exercer seu controle sobre a câmara municipal. O cidadão pode reconduzir ou substituir o vereador de acordo com o juízo que faz do seu trabalho. Mas o que vejo na pratica é que mesmo os mal avaliados tem sido reconduzidos ao cargo, e assim, o mecanismo democrático é falho, fico em dúvida se o voto realmente é eficiente como forma de controle da sociedade sobre seus mandatários. Isto porquê (todo mundo vê) que os políticos se utilizam de politicas publicas e expedientes com caráter clientelista para se manterem no poder, resolvendo o problema de alguns em detrimento do direito de todos. Principalmente entre os menos favorecidos, os eleitores tendem a trocar seu voto por favores particulares que o vereador presta a sua comunidade, instituição ou cidadãos. Muitos desses favores são produzidos em condições que muitas vezes contrariam o interesse público, o que na maioria das vezes é desconhecido pelos eleitores. O eleitorado apresenta necessidades gritantes que torna o candidato refém, a fim de conseguir o benefício particular imediato, e do ponto de vista do político, conhecendo o imediatismo da necessidade dos seus eleitores, a utiliza como ponto de barganha política para seu benefício imediato e eleitoral.

Essa falta de informação prejudica a ação cidadã de votar consciente e participar mais ativamente das ações democráticas. O problema não é o acesso a informação, é a falta de interesse do cidadão. Todos têm tevê e rádio e a maioria possui internet, é fácil encontrar informação sobre seus políticos.

Conversei com vários candidatos que tenho relação de amizade, há outros que me são inteiramente desconhecidos -eu que já andei pelos quatro cantos de Ijuí nas atividades profissionais, comerciais e pessoais que desenvolvi- imagine o eleitor mais recatado. Perguntei-lhe suas motivações para ser candidato. A maioria alega busca por mudança, estar sensível as necessidades do povo, quer elaborar projetos comunitários, lutar pela segurança e saúde, pelo descontentamento e a consciência cívica de fazer a sua parte (dar a cara a tapa), etc... Noto que estas motivações não correspondem diretamente com as funções que norteiam efetivamente o trabalho de um vereador. Visando identificar-lhes o perfil atento para três aspectos: atividades político-sociais de interesse, qual partido está inserido e se já foi candidato anteriormente. No aspecto comunitário há quem diga que conhece as necessidades do povo, é bom, mas insuficiente por dar conta do interesse apenas de parte da população de interesse do candidato. Essa motivação deve ser mais ampla, ser um agente politico com função de legislar implica preparo ainda maior.

Na questão de partido há aqueles que são fiéis, e outros que já trocaram de partidos, ou que se filiaram para serem candidatos, o que demonstra que sua experiência e vivencia politica resume-se na qualidade de eleitor em pleitos anteriores. Muitos estão no pleito pela primeira vez e com pouca experiência nisto. Há candidatos de todos os níveis de escolaridade, ensino superior, fundamental e aqueles apenas alfabetizados, o que pode influenciar o julgamento da sociedade de forma negativa quanto a competência e preparação para exercerem a função de vereador. Há velhos e jovens, maior proporção de pessoas acima dos 40. A maioria dos candidatos têm interesses voltados ao desenvolvimento de ações comunitárias, de certa forma, pertinentes a sua área de conhecimento, vivência e atuação, o que se encaixaria muito bem na primeira principal função de um vereador, a função legislativa, em que o vereador deverá “discutir e votar os projetos que serão transformados em Leis, buscando organizar a vida da comunidade”. Todavia isto poderia denotar um desprezo ou falta de conhecimento das outras funções do vereador, tão importantes, quanto a legislativa, que devem e precisam ser consideradas, as funções: fiscalizadora, de assessoramento executivo e julgadora. Falam em melhorar a saúde, a educação, mudar o cenário politico e lutar pelos interesses do povo, gerar emprego e renda, gerar politicas de inclusão e acessibilidade, e por fim, fiscalizar e executar.

É possível perceber que, a grande maioria dos candidatos acreditam que o sistema político atual é um sistema falido. Isto nos remete ao principal motivo que levou estes candidatos a pleitearem uma vaga de vereador: o desejo por mudança. Isto nos remete ao pouco de experiência e/ou conhecimento que estes candidatos possuem da política em um cenário mais amplo. Eles estão decepcionados com a atual política, querem mudar, mas acham que conseguirão fazer isso por meio de atividades comunitárias, atingindo apenas uma parcela da população com a qual eles têm contato e conhecimento.

Assim penso que a minha candidatura deve dar suporte a uma representatividade maior, devo pensar além daquelas necessidades que são comuns à minha realidade próxima, pensar globalmente a politica local.